Achei bem feita essa capa e a sinopse é bem legal!
Em mais um suspense policial ao melhor estilo de Raymond Chandler, Michael Connelly retoma a figura de um de seus maiores protagonistas: Mickey Haller. O autor best seller, sucesso de crítica e público, situa seu melhor advogado de volta à defesa, após uma rápida e bem-sucedida incursão como promotor. Haller vive tempos difíceis. A procura por advogados criminalistas em Los Angeles praticamente sumiu graças à crise econômica. Com cada vez menos clientes pagantes, ele se vê obrigado a expandir seus negócios para a defesa de processos de despejo, mudando de clientela. Em vez de manter os réus fora da prisão, ele agora precisa manter os inadimplentes dentro das próprias casas, na contramão da onda de despejos causados pela crise do mercado imobiliário. O cenário muda quando Lisa Trammel, uma de suas novas clientes, é acusada de assassinar o banqueiro que supostamente tentou lhe tomar a casa. Após oito meses da luta de Lisa, o CEO de seu banco, Mitchell Bondurant, é encontrado morto com um tiro na cabeça. Ela é a suspeita mais óbvia, graças à atenção negativa que havia recebido por suas atitudes contrárias à política de despejos. Mickey se vê de volta ao seu lugar: protagonizando um caso que conquistou a atenção da mídia. Ele coloca sua equipe em ação para inocentar Lisa, tentando superar uma longa lista de provas comprometedoras, um promotor impiedoso e suas próprias suspeitas quanto à sua cliente. Logo, suas investigações começam a incomodar indivíduos poderosos, capazes de qualquer coisa para ocultar seus erros. Ao desbravar uma trilha infestada de segredos e ciente do perigo que corre, o advogado luta para montar a melhor defesa de sua carreira, em um julgamento no qual nada é exatamente o que parece. Para descobrir a verdade sobre o assassinato de Bondurant, Mickey será forçado a desenterrar duras verdades sobre si mesmo.
Intrínseca:
Não gostei dessa capa nem da sinopse, mas para que gosta do Hugo Chávez deverá gostar.
Durante os catorze anos em que ocupou a presidência da Venezuela, Hugo Chávez foi um fenômeno político comparado a Napoleão, Juan Perón e Fidel Castro. A verdade, porém, é que nunca houve um líder como ele. Eleito de forma democrática, reinou pelas telas de TV como um monarca em seu trono, incitou adoração e repulsa em proporções equivalentes e procurou se perenizar no poder por mandatos sucessivos. Chamado de “comandante” por seus seguidores, Chávez desafia rótulos e exige uma análise cuidadosa. Ao assumir o poder em 1999, ele prometia uma revolução democrática que transformaria o país, e se tornou um símbolo de esperança e liberdade para o povo. Contudo, com o passar do tempo, assumiu o controle da indústria petrolífera, extremamente lucrativa, centralizou a autoridade do governo, permitiu que funções administrativas básicas definhassem, prendeu e aniquilou opositores políticos, criou um culto à personalidade e cortejou Fidel Castro e o polêmico presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, ocupando grande parte da programação de TV e rádio do país com suas transmissões em cadeia nacional e seu duradouro programa Aló, Presidente. Em Comandante, o aclamado jornalista Rory Carroll transpõe os muros do Palácio Miraflores para relatar os bastidores da vida e da corte política de Chávez em Caracas. A partir de entrevistas com assessores, ministros, cortesãos, adversários políticos e cidadãos, sua narrativa minuciosa registra um experimento único de governo que oscilava entre iluminação, tirania, comédia e farsa.


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